https://www.sylvainmonchoce.com/…/UCFeXFY8GmY-D6n6YtbFveJw ::::::::::: Dirar Kalash, músico e artista sonoro, cujo trabalho abrange um vasto leque de práticas musicais e sonoras, desenvolvidas em diversos contextos de composição e improvisação.
No ideário do TNSJ, a voz sempre constituiu um dos elementos cénicos essenciais. A ela dedicamos um festival que se centra na sua exploração enquanto matéria criativa no plano musical e poético. Reúne nomes do panorama nacional e internacional, entre consagrados e emergentes, que partilham uma vontade de inovação e expansão das possibilidades expressivas da voz. Nos vários alicerces do programa, que inclui concertos, performances, instalações e conferências, representam-se diferentes perspetivas culturais e históricas, de alguma forma representativas da necessidade de transfiguração vocal. Saliente-se uma criação participativa de longa duração, com a encomenda de uma obra a um(a) compositor(a) para um grupo comunitário de todas as faixas etárias, o Grupo Operário do Ruído, onde a voz é central. E se é através das suas potencialidades que comunicamos, o festival assume-se também como ponto de encontro, discussão e celebração, reforçando os laços de uma comunidade que se dedica à exploração da poética musical da voz.
*
Programa
Teatro São João | 9 julho
21:00 | Concerto
Sext Tongs
Shelley Hirsch
22:00 | Intermezzo
Ressonâncias
Essay VI – Christopher Bochmann (voz solo)
Bruno P
22:30 | Concerto
Transmutar el aire
Llorenç Barber e Montserrat Palacios
Teatro Carlos Alberto | 10 julho
21:00 | Concerto
CAR[n]E
Merche Blasco
com Anna Clementi, Alessandra Eramo, Lorena Izquierdo, Ute Wassermann
22:00 | Performance
Canto Ventríloquo – Conferência animada para XV minutos
Nu No
22:30 | Concerto
HARRGA
Dali de Saint Paul & Miguel Prado Casanova
23:00 | Intermezzo
Ressonâncias
No man is an island – Rui Penha
Bruno P
23:30 | Concerto
FUGE
Ece Canli
21:00 | Instalação sonora permanente
KAERU
Clélia Colonna
Teatro Carlos Alberto | 11 julho
21:00 | Concerto Antoine Läng
22:00 | Performance Era uma voz Ana Deus
22:30 | Concerto Ways of notseeing Savina Yannatou & Joana Sá
23:15 | Intermezzo Ressonâncias (Em torno de Constança Capdeville) Bruno P
23:30 | Concerto Polyphonic Encounters Younes Zarhoni & Marc De La Linde
16:00 | Concerto Grupo Operário do Ruído & Sononautas
criação com Teresa Gentil
DIREÇÃO ARTÍSTICA E PROGRAMAÇÃO Gustavo Costa GESTÃO DE PROJETO E ASSISTÊNCIA À PROGRAMAÇÃO Patrícia Caveiro ASSISTÊNCIA À PRODUÇÃO E TÉCNICA Vicente Mateus DESENHO DE LUZ Emanuel Pereira EQUIPA TÉCNICA Alberto Lopes, João Ricardo, Pedro Subtil PRODUÇÃO EXECUTIVA Patrícia Caveiro COM A PARTICIPAÇÃO DE Shelley Hirsch, Llorenç Barber & Montserrat Palacios, Merche Blasco, Alessandra Eramo, Anna Clementi, Lorena Izquierdo, Ute Wassermann, Nuno Pinto, HARRGA (DALI DE SAINT PAUL E MIGUEL PRADO), Ece Canlı, Younes Zarhoni, Marc de la Linde, Ana Deus, Savina Yannatou, Joana Sá, Antoine Lang, DJ Marcelle, Clélia Colonna, Bruno Pereira, Grupo Operário do Ruído & Sononautas e Teresa Gentil COPRODUÇÃO Sonoscopia, Teatro Nacional São João
MV 4.83 | Stefan Voglsinger | Spitbender Concerto com oferta de jantar ——> 6 sonos Abertura da portas ——> 19H00 ———– Stefan Voglsinger | https://voglsinger.klingt.org/ ::::::::::: Spitbender | https://soundcloud.com/spitbender ———– Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Concertos + Jantar no final Rua Silva Porto Entrada Livre | Free
Espaços: Ponto Frequência | Café Silva Porto | Lavandaria Roupress | Sonoscopia | Corpo e Alma
———- Ponto de Encontro 17.30H – Sonoscopia ————-
Apresentação de Residência
Experimenting Access Ciclo 2 Residência #2: Porto 18 – 24 Maio
Aya Masui / Percussion, field recording Augusto Lado / Video Lucija Gregov / Cello Aina Font / Saxophone, performer Xuan Mai Dang / Voice, recorder, percussions Ridina Ahmedová / Voice, audio documentary Imsu Choi / Composer, Ondes Martenot
Manu Louis | Dalila Kayros & Danilo Casti | João Carreiro | Giovanni di Domenico & Tatsuhisa Yamamoto | Mzima: JinaOKing & Jun
RESERVAS POR EMAIL – SONOSCOPIA@GMAIL.COM
Concertos com oferta de jantar ——> 6 sonos
Abertura da portas ——> 16H00
Alinhamento:
16H Portas
16H30: João Carreiro
16H45: Mzima: JinaOKing & Jun
17H30: Manu Louis
18H15 : Giovanni di Domenico & Tatsuhisa Yamamoto
19H : Jantar
20H: Dalila Kayros & Danilo Casti
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Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Os Microvolumes são uma série de concertos na área da música improvisada, experimental e eletroacústica que se iniciaram no ano de 2004, no extinto espaço Artes Múltiplas / Cão Danado, no Porto. No ano de 2011 os Microvolumes assumiram um novo formato, no espaço de trabalho da Sonoscopia dessa altura. Neste espaço, localizado no Centro Comercial Stop (um espaço de confluência de inúmeros músicos amadores e profissionais de diferentes áreas musicais), os concertos passaram a ser precedidos de um jantar, proporcionando assim um ambiente mais espontâneo e acolhedor.
A terceira série de concertos teve início no ano de 2013, acompanhando a mudança de instalações da Sonoscopia para as instalações da Rua da Prelada, no Carvalhido. O conceito de jantar e concerto manteve-se, mas as condições físicas do novo espaço proporcionam um maior conforto, proximidade e relacionamento mais profundo da audiência com os músicos e com o espaço envolvente.
A quarta e atual série de concertos mantém o mesmo princípio, mas no novo espaço de trabalho da Sonoscopia, em que se reuniram melhores condições de apresentação, acolhimento e registo dos espetáculos. No novo espaço existe uma sala de concertos dedicada, três salas para uma zona expositiva dedicada à arte sonora, um bar e um amplo jardim, que também conta com um pequeno palco para apresentações no exterior.
O princípio elementar dos Microvolumes é a divulgação de novas formas de expressão musical que se encontrem fora dos circuitos comerciais ou institucionais. Favorecem artistas emergentes e cuja relação com estes espaços cria uma movimentação artística fundamental para a solidificação do tecido cultural. Simultaneamente, servem de espaço de apresentação para nomes mais consagrados da música experimental, mas com uma forte ligação à ética de fortalecimento das cenas musicais experimentais que estão relacionadas em vários pontos do mundo.
Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
«Escutar é tender para um sentido possível, e não ainda alcançado» (Nancy).
Este trabalho performativo-ensaístico da Ressonâncias em forma de 5a aumentada move-se no intervalo entre aquilo que nos chega vibracionalmente e o que ainda não se deixa compreender. Assume, por isso, deliberadamente uma ação performativa político-poética, onde o rigor conceptual não se opõe à vibração da linguagem, ao
furor dos sons, à agitação dos corpos, nem do imaginário pictórico sensível, mas deles depende.
Propomo-nos pensar e fazer exercitar a escuta como se esta fosse um lugar do ser-com, enquanto prática ontológica e política do comum. Escutar não é apenas um ato percetivo, visto ser uma forma de estarmos expostos a, de partilharmos espaços com e de criarmos tempo e vulnerabilidade. Num mundo tão marcado pela apropriação, pela extração e pela captura — inclusive a do sensível — a escuta surge aqui como gesto de resistência.
A questão que atravessa este trabalho permanece em aberto: será possível partilhar o som sem o possuir?
André Alves
Constança Amador
Horácio Tomé Marques
Mário Azevedo
“Sononautas: Aquática” é uma instalação e um workshop que transporta os participantes para um universo onde o som da água se torna visível e palpável, e onde se explora a sua dimensão musical e acústica. A partir de várias estações, há um conjunto de jogos e experiências visuais e auditivas que nos conduzem à descoberta do mundo submerso e das suas sonoridades.
Os Microvolumes são uma série de concertos na área da música improvisada, experimental e eletroacústica que se iniciaram no ano de 2004, no extinto espaço Artes Múltiplas / Cão Danado, no Porto. No ano de 2011 os Microvolumes assumiram um novo formato, no espaço de trabalho da Sonoscopia dessa altura. Neste espaço, localizado no Centro Comercial Stop (um espaço de confluência de inúmeros músicos amadores e profissionais de diferentes áreas musicais), os concertos passaram a ser precedidos de um jantar, proporcionando assim um ambiente mais espontâneo e acolhedor.
A terceira série de concertos teve início no ano de 2013, acompanhando a mudança de instalações da Sonoscopia para as instalações da Rua da Prelada, no Carvalhido. O conceito de jantar e concerto manteve-se, mas as condições físicas do novo espaço proporcionam um maior conforto, proximidade e relacionamento mais profundo da audiência com os músicos e com o espaço envolvente.
A quarta e atual série de concertos mantém o mesmo princípio, mas no novo espaço de trabalho da Sonoscopia, em que se reuniram melhores condições de apresentação, acolhimento e registo dos espetáculos. No novo espaço existe uma sala de concertos dedicada, três salas para uma zona expositiva dedicada à arte sonora, um bar e um amplo jardim, que também conta com um pequeno palco para apresentações no exterior.
O princípio elementar dos Microvolumes é a divulgação de novas formas de expressão musical que se encontrem fora dos circuitos comerciais ou institucionais. Favorecem artistas emergentes e cuja relação com estes espaços cria uma movimentação artística fundamental para a solidificação do tecido cultural. Simultaneamente, servem de espaço de apresentação para nomes mais consagrados da música experimental, mas com uma forte ligação à ética de fortalecimento das cenas musicais experimentais que estão relacionadas em vários pontos do mundo.
Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Os Microvolumes são uma série de concertos na área da música improvisada, experimental e eletroacústica que se iniciaram no ano de 2004, no extinto espaço Artes Múltiplas / Cão Danado, no Porto. No ano de 2011 os Microvolumes assumiram um novo formato, no espaço de trabalho da Sonoscopia dessa altura. Neste espaço, localizado no Centro Comercial Stop (um espaço de confluência de inúmeros músicos amadores e profissionais de diferentes áreas musicais), os concertos passaram a ser precedidos de um jantar, proporcionando assim um ambiente mais espontâneo e acolhedor.
A terceira série de concertos teve início no ano de 2013, acompanhando a mudança de instalações da Sonoscopia para as instalações da Rua da Prelada, no Carvalhido. O conceito de jantar e concerto manteve-se, mas as condições físicas do novo espaço proporcionam um maior conforto, proximidade e relacionamento mais profundo da audiência com os músicos e com o espaço envolvente.
A quarta e atual série de concertos mantém o mesmo princípio, mas no novo espaço de trabalho da Sonoscopia, em que se reuniram melhores condições de apresentação, acolhimento e registo dos espetáculos. No novo espaço existe uma sala de concertos dedicada, três salas para uma zona expositiva dedicada à arte sonora, um bar e um amplo jardim, que também conta com um pequeno palco para apresentações no exterior.
O princípio elementar dos Microvolumes é a divulgação de novas formas de expressão musical que se encontrem fora dos circuitos comerciais ou institucionais. Favorecem artistas emergentes e cuja relação com estes espaços cria uma movimentação artística fundamental para a solidificação do tecido cultural. Simultaneamente, servem de espaço de apresentação para nomes mais consagrados da música experimental, mas com uma forte ligação à ética de fortalecimento das cenas musicais experimentais que estão relacionadas em vários pontos do mundo.
Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
O Sistema Sonar baseia-se num princípio de comunicação sonora universal que transcenda as tradições e paradigmas dos instrumentos e formas de expressão musical da música ocidental. Ao centro deste sistema está um instrumento icónico, o Órgão de Tubos, mas numa versão robotizada, e que embora inspirada pelos modelos mecânicos que surgem com maior expressão a partir do século XVIII, é aqui controlada por sistemas computorizados que permitem uma maior acessibilidade e controlo por parte de todos o tipo de utilizadores, libertando o instrumento das limitações físicas do corpo humano para se poder focar numa expressão puramente musical. A partir desta libertação física, é possível então desconstruir várias limitações da criação musical, tornando-a acessível a músicos de todas as idades, não-músicos ou pessoas com mobilidade reduzida. O Sistema Sonar é por definição um sistema em evolução e constante descoberta. Os seus sinais são refletidos em novos satélites, rumo a um universo musical desconhecido e em constante expansão.
O Sistema Sonar é um concerto educativo que apresenta um instrumento totalmente novo: um órgão robótico que funciona como centro de um sistema sonoro, acompanhado por vários instrumentos-satélite. Neste espetáculo, vamos explorar as infinitas possibilidades destas novas sonoridades, construindo uma experiência musical envolvente e interativa, em que o público é parte essencial do processo. Mais do que um concerto, o Sistema Sonar é uma viagem ao futuro da música — um convite para experimentar, descobrir e participar.