Abertura da portas ——> 19H00
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Greg Malcolm (guitar, vocals)
Jenny Ward (vocals, toys, theatrics)
Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Entrada Livre | estúdio analógico da Sonoscopia
Espaço limitado a 15 pessoas !
RESERVAS POR EMAIL – Sonoscopia@gmail.com
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Apresentação de residência da artista Avita Maheen.
Esta residência resulta de uma colaboração entre Worm (Espaço/colectivo de Rotterdam ) e a Sonoscopia.
Avita Maheen | www.avita.space/index.html
Worm | www.worm.org/
Disposofonia: fonogramas, arquivo e coleccionismo
A disposofonia é um neologismo que caracteriza uma necessidade compulsiva de acumular sons. Na sua vertente fonográfica, oscila entre o arquivismo e o coleccionismo de forma irregular, seguindo os impulsos emocionais adjacentes a cada registo sonoro fixado sobre um suporte físico, seja ele analógico ou digital.
Traçamos, portanto, um paralelismo natural entre o quotidiano disposofónico da Sonoscopia com o acervo da Fonoteca Municipal do Porto, um conjunto de cerca de 40 mil discos de vinil de 7, 10 e 12 polegadas. Mas se os pontos de contacto são os discos, as metodologias diferem. Na Sonoscopia, um disco cumpre várias funções, desde a sua escuta integral fiel à gravação original, até às suas transmutações – baixa fidelidade, cimática ou transformação de sinal, que fazem com que nestes casos o conteúdo seja apenas um meio para atingir um resultado completamente distinto do original.
Um concerto de encerramento que reúne os organizadores e os músicos envolvidos no projeto de residência Access.
Featuring:
Pavol Béreš – keyboards
https://experimentingaccess.eu/pavol-beres/
Marcell Csuka – accordion
https://experimentingaccess.eu/marcell-csuka/
Vicente Mateus – drums and percussion
https://vicentemateus.com/
Marta Zapparoli – radios, Walkmans, antennas, electronics
https://martazapparoli.klingt.org/
Gustavo Costa – drums and percussion
https://sonoscopia.bandcamp.com/…/entropies-and-mimetic…
Peter Orins – drums and percussion
https://www.peterorins.com/
Petr Vrba – trumpet
https://www.vrrrba.cz/
Este concerto é organizado pela Unijazz, com o apoio financeiro da União Europeia e do Ministério da Cultura da República Checa, em colaboração com os seus parceiros Muzzix e Sonoscopia.
Concertos, performances, instalações
DIREÇÃO ARTÍSTICA E PROGRAMAÇÃO Gustavo Costa
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Programa
Teatro São João | 9 julho
21:00 | Concerto
Sext Tongs
Shelley Hirsch
22:00 | Intermezzo
Ressonâncias
Essay VI – Christopher Bochmann (voz solo)
Bruno P
22:30 | Concerto
Transmutar el aire
Llorenç Barber e Montserrat Palacios
Teatro Carlos Alberto | 10 julho
21:00 | Concerto
CAR[n]E
Merche Blasco
com Anna Clementi, Alessandra Eramo, Lorena Izquierdo, Ute Wassermann
22:00 | Performance
Canto Ventríloquo – Conferência animada para XV minutos
Nu No
22:30 | Concerto
HARRGA
Dali de Saint Paul & Miguel Prado Casanova
23:00 | Intermezzo
Ressonâncias
No man is an island – Rui Penha
Bruno P
23:30 | Concerto
FUGE
Ece Canli
21:00 | Instalação sonora permanente
KAERU
Clélia Colonna
Teatro Carlos Alberto | 11 julho
21:00 | Concerto
Antoine Läng
22:00 | Performance
Era uma voz
Ana Deus
22:30 | Concerto
Ways of notseeing
Savina Yannatou & Joana Sá
23:15 | Intermezzo
Ressonâncias
(Em torno de Constança Capdeville)
Bruno P
23:30 | Concerto
Polyphonic Encounters
Younes Zarhoni & Marc De La Linde
00:15 | DJ set
DJ Marcelle
21:00 | Instalação sonora permanente
KAERU
Clélia Colonna
Teatro São João | 12 julho
16:00 | Concerto
Grupo Operário do Ruído & Sononautas
criação com Teresa Gentil
DIREÇÃO ARTÍSTICA E PROGRAMAÇÃO Gustavo Costa GESTÃO DE PROJETO E ASSISTÊNCIA À PROGRAMAÇÃO Patrícia Caveiro ASSISTÊNCIA À PRODUÇÃO E TÉCNICA Vicente Mateus DESENHO DE LUZ Emanuel Pereira EQUIPA TÉCNICA Alberto Lopes, João Ricardo, Pedro Subtil PRODUÇÃO EXECUTIVA Patrícia Caveiro COM A PARTICIPAÇÃO DE Shelley Hirsch, Llorenç Barber & Montserrat Palacios, Merche Blasco, Alessandra Eramo, Anna Clementi, Lorena Izquierdo, Ute Wassermann, Nuno Pinto, HARRGA (DALI DE SAINT PAUL E MIGUEL PRADO), Ece Canlı, Younes Zarhoni, Marc de la Linde, Ana Deus, Savina Yannatou, Joana Sá, Antoine Lang, DJ Marcelle, Clélia Colonna, Bruno Pereira, Grupo Operário do Ruído & Sononautas e Teresa Gentil COPRODUÇÃO Sonoscopia, Teatro Nacional São João
MV 4.83 | Stefan Voglsinger | Spitbender
Concerto com oferta de jantar ——> 6 sonos
Abertura da portas ——> 19H00
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Stefan Voglsinger | https://voglsinger.klingt.org/
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Spitbender | https://soundcloud.com/spitbender
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Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Manu Louis | Dalila Kayros & Danilo Casti | João Carreiro | Giovanni di Domenico & Tatsuhisa Yamamoto | Mzima: JinaOKing & Jun
RESERVAS POR EMAIL – SONOSCOPIA@GMAIL.COM
Concertos com oferta de jantar ——> 6 sonos
Abertura da portas ——> 16H00
Alinhamento:
16H Portas
16H30: João Carreiro
16H45: Mzima: JinaOKing & Jun
17H30: Manu Louis
18H15 : Giovanni di Domenico & Tatsuhisa Yamamoto
19H : Jantar
20H: Dalila Kayros & Danilo Casti
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Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Os Microvolumes são uma série de concertos na área da música improvisada, experimental e eletroacústica que se iniciaram no ano de 2004, no extinto espaço Artes Múltiplas / Cão Danado, no Porto. No ano de 2011 os Microvolumes assumiram um novo formato, no espaço de trabalho da Sonoscopia dessa altura. Neste espaço, localizado no Centro Comercial Stop (um espaço de confluência de inúmeros músicos amadores e profissionais de diferentes áreas musicais), os concertos passaram a ser precedidos de um jantar, proporcionando assim um ambiente mais espontâneo e acolhedor.
A terceira série de concertos teve início no ano de 2013, acompanhando a mudança de instalações da Sonoscopia para as instalações da Rua da Prelada, no Carvalhido. O conceito de jantar e concerto manteve-se, mas as condições físicas do novo espaço proporcionam um maior conforto, proximidade e relacionamento mais profundo da audiência com os músicos e com o espaço envolvente.
A quarta e atual série de concertos mantém o mesmo princípio, mas no novo espaço de trabalho da Sonoscopia, em que se reuniram melhores condições de apresentação, acolhimento e registo dos espetáculos. No novo espaço existe uma sala de concertos dedicada, três salas para uma zona expositiva dedicada à arte sonora, um bar e um amplo jardim, que também conta com um pequeno palco para apresentações no exterior.
O princípio elementar dos Microvolumes é a divulgação de novas formas de expressão musical que se encontrem fora dos circuitos comerciais ou institucionais. Favorecem artistas emergentes e cuja relação com estes espaços cria uma movimentação artística fundamental para a solidificação do tecido cultural. Simultaneamente, servem de espaço de apresentação para nomes mais consagrados da música experimental, mas com uma forte ligação à ética de fortalecimento das cenas musicais experimentais que estão relacionadas em vários pontos do mundo.
Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Entrada livre
+ Jantar comunitário
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Escutar o chão comum
«Escutar é tender para um sentido possível, e não ainda alcançado» (Nancy).
Este trabalho performativo-ensaístico da Ressonâncias em forma de 5a aumentada move-se no intervalo entre aquilo que nos chega vibracionalmente e o que ainda não se deixa compreender. Assume, por isso, deliberadamente uma ação performativa político-poética, onde o rigor conceptual não se opõe à vibração da linguagem, ao
furor dos sons, à agitação dos corpos, nem do imaginário pictórico sensível, mas deles depende.
Propomo-nos pensar e fazer exercitar a escuta como se esta fosse um lugar do ser-com, enquanto prática ontológica e política do comum. Escutar não é apenas um ato percetivo, visto ser uma forma de estarmos expostos a, de partilharmos espaços com e de criarmos tempo e vulnerabilidade. Num mundo tão marcado pela apropriação, pela extração e pela captura — inclusive a do sensível — a escuta surge aqui como gesto de resistência.
A questão que atravessa este trabalho permanece em aberto: será possível partilhar o som sem o possuir?
André Alves
Constança Amador
Horácio Tomé Marques
Mário Azevedo
“Sononautas: Aquática” é uma instalação e um workshop que transporta os participantes para um universo onde o som da água se torna visível e palpável, e onde se explora a sua dimensão musical e acústica. A partir de várias estações, há um conjunto de jogos e experiências visuais e auditivas que nos conduzem à descoberta do mundo submerso e das suas sonoridades.
Concerto com oferta de jantar ——> 6 sonos
Abertura da portas ——> 19H00
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Margaux Oswald
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Peter Kutin
Ursula Winterauer
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Jooklo Duo
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Os Microvolumes são uma série de concertos na área da música improvisada, experimental e eletroacústica que se iniciaram no ano de 2004, no extinto espaço Artes Múltiplas / Cão Danado, no Porto. No ano de 2011 os Microvolumes assumiram um novo formato, no espaço de trabalho da Sonoscopia dessa altura. Neste espaço, localizado no Centro Comercial Stop (um espaço de confluência de inúmeros músicos amadores e profissionais de diferentes áreas musicais), os concertos passaram a ser precedidos de um jantar, proporcionando assim um ambiente mais espontâneo e acolhedor.
A terceira série de concertos teve início no ano de 2013, acompanhando a mudança de instalações da Sonoscopia para as instalações da Rua da Prelada, no Carvalhido. O conceito de jantar e concerto manteve-se, mas as condições físicas do novo espaço proporcionam um maior conforto, proximidade e relacionamento mais profundo da audiência com os músicos e com o espaço envolvente.
A quarta e atual série de concertos mantém o mesmo princípio, mas no novo espaço de trabalho da Sonoscopia, em que se reuniram melhores condições de apresentação, acolhimento e registo dos espetáculos. No novo espaço existe uma sala de concertos dedicada, três salas para uma zona expositiva dedicada à arte sonora, um bar e um amplo jardim, que também conta com um pequeno palco para apresentações no exterior.
O princípio elementar dos Microvolumes é a divulgação de novas formas de expressão musical que se encontrem fora dos circuitos comerciais ou institucionais. Favorecem artistas emergentes e cuja relação com estes espaços cria uma movimentação artística fundamental para a solidificação do tecido cultural. Simultaneamente, servem de espaço de apresentação para nomes mais consagrados da música experimental, mas com uma forte ligação à ética de fortalecimento das cenas musicais experimentais que estão relacionadas em vários pontos do mundo.
Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Concerto com oferta de jantar ——> 6 sonos
Abertura da portas ——> 18H30
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Lukas Simonis
Gert Jan Pris
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Mathieu Sylvestre
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Os Microvolumes são uma série de concertos na área da música improvisada, experimental e eletroacústica que se iniciaram no ano de 2004, no extinto espaço Artes Múltiplas / Cão Danado, no Porto. No ano de 2011 os Microvolumes assumiram um novo formato, no espaço de trabalho da Sonoscopia dessa altura. Neste espaço, localizado no Centro Comercial Stop (um espaço de confluência de inúmeros músicos amadores e profissionais de diferentes áreas musicais), os concertos passaram a ser precedidos de um jantar, proporcionando assim um ambiente mais espontâneo e acolhedor.
A terceira série de concertos teve início no ano de 2013, acompanhando a mudança de instalações da Sonoscopia para as instalações da Rua da Prelada, no Carvalhido. O conceito de jantar e concerto manteve-se, mas as condições físicas do novo espaço proporcionam um maior conforto, proximidade e relacionamento mais profundo da audiência com os músicos e com o espaço envolvente.
A quarta e atual série de concertos mantém o mesmo princípio, mas no novo espaço de trabalho da Sonoscopia, em que se reuniram melhores condições de apresentação, acolhimento e registo dos espetáculos. No novo espaço existe uma sala de concertos dedicada, três salas para uma zona expositiva dedicada à arte sonora, um bar e um amplo jardim, que também conta com um pequeno palco para apresentações no exterior.
O princípio elementar dos Microvolumes é a divulgação de novas formas de expressão musical que se encontrem fora dos circuitos comerciais ou institucionais. Favorecem artistas emergentes e cuja relação com estes espaços cria uma movimentação artística fundamental para a solidificação do tecido cultural. Simultaneamente, servem de espaço de apresentação para nomes mais consagrados da música experimental, mas com uma forte ligação à ética de fortalecimento das cenas musicais experimentais que estão relacionadas em vários pontos do mundo.
Com apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A
Conceção artística e interpretação: Sonoscopia e Digitópia